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22 janeiro 2010

Chips do sexo


Cientistas do Reino Unido e dos EUA, provaram que o Cupido pode vir em várias formas.

Esses pesquisadores desenvolveram chips “do sexo”, para serem implantados no cérebro e na cintura. E, durante os últimos três meses, os experimentos vêm levantando uma série de questões.

Depois de ter implantado um desses chips em uma voluntária, e ter percebido que o implante realmente aumentou o desejo sexual da mulher, o cientista de Oxford, Morten Kringelbach, começou a pesquisar o córtex frontal do cérebro – responsável pelo prazer que as pessoas sentem quando se alimentam ou quando fazem sexo. Ele descobriu que, se a região for estimulada, pode ajudar pessoas que sofrem de “anhedonia”, incapacidade de sentir prazer em atividades que, normalmente, causariam uma sensação boa.


A comunidade científica espera que o invento de Kringelbach esteja disponível em dez anos.

No entanto, o implante não é tão simples. O uso do chip no cérebro só é possível quando um cabo é conectado, também, a um marca passo no coração. A “instalação” do aparelho é extremamente invasiva, mas pesquisadores esperam que, no futuro, essa tecnologia sirva de base para a invenção de métodos mais práticos – incluindo um controle manual.

A psicóloga de Oxford, Belinda Overstreet, acredita que o chip pode ter inúmeros benefícios terapêuticos. “Isso se o parceiro da pessoa que for submetida ao uso do chip estiver consciente do que vai fazer e o assunto for discutido. Afinal, existe a possibilidade do abuso através do chip”, declara.

O chip também “apareceu” nos Estados Unidos, na Carolina do Norte, mas por acidente. O Dr. Stuart Meloy vem desenvolvendo um chip, batizado de “Orgasmatron”. De acordo com o médico, a descoberta aconteceu quando ele, acidentalmente, colocou eletrodos em um lugar determinado da espinha de uma paciente – e ela, instantaneamente, teve um orgasmo.

Depois do acontecido, Meloy começou a estudar o efeito dos eletrodos nas espinhas de suas pacientes. O aparelho fez sucesso: 10 das 11 voluntárias tiveram orgasmo. Algumas delas, nunca haviam experimentado a sensação. Mas, depois que tiveram o aparelho removido, elas voltaram a ficar sem “seu momento de alegria”.

Para alguns, nem tudo é maravilha para o uso do chip – se basta apenas “apertar um botão” para sentir prazer, parte da conexão com o parceiro é perdida.

No entanto, para Belinda Overstreet, se o aparelho for usado de forma correta, com conversas com o parceiro, ele só poderia ser benéfico e terapêutico.

Peguei no Hypescience.Se quiser saber mais: pesquisa no google.

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